Não perco mais meu tempo me justificando pra quem não acredita nem pra quem não se interessa.
Aliás o q mais estou precisando nessa fase da vida é me livrar dos q não se interessam por mim. Não faz sentido carregar bagagem extra a toa.
~Reflita e mude~
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Sobre o estar sozinho
Estou voltando, povo apaixonado! ^^
"Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei.
Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade..
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não à partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um. O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação,há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo..."
(Flavio Gikovate)
"Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei.
Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade..
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não à partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um. O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação,há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo..."
(Flavio Gikovate)
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
MANUTENÇÃO
Preciso pensar em tudo o que anda acontecendo!
Preciso conseguir responder uma única pergunta: Por que insistimos em algo que parece não ser recíproco?
POOOOR QUE? =/
Preciso conseguir responder uma única pergunta: Por que insistimos em algo que parece não ser recíproco?
POOOOR QUE? =/
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
E aí, como você está hoje?
Hoje estava sem tempo e sem inspiração, até que no banho veio aquele "insigth"!
Como vai sua desintoxicação do ex?
Lembro-me que passava cada aperto, então resolvi passar todas as frustrações para um caderno e pra começar, sabe o que eu fiz?
Peguei a pior foto dele, a pior mesmo (aquela que você olha e fala:"meodels, o que é isso?") e escrevi tudo o que ele não foi comigo!
E sempre que vinha a pergunta POR QUE, ia no caderno e escrevia, lia, ligava pras amigas, ligava o rádio, ligava o computador, ligava o Wii, ligava a TV, mas NÃO LIGAVA PRA ELE! (mentira tinha vezes que ligava sim, mas logo depois que desligava dava vontade de gritar pra minha mãe: "acabeeei, vem me limpar!")
Eu, realmente, sei o quanto é difícil não ligar pra saber dele ou ouvir a voz e achar uma esperança de volta no meio de um turbilhão, mas PARA O SEU BEM, NÃO LIGUE!
Agora, desligue seu computador, ou celular, pegue uma foto e escreva, rabisque a foto, faça chifrinho, bigodinho, libere a sua arte pra deixá-(a) feião (ona)!
Bom divertimento! ;)
Como vai sua desintoxicação do ex?
Lembro-me que passava cada aperto, então resolvi passar todas as frustrações para um caderno e pra começar, sabe o que eu fiz?
Peguei a pior foto dele, a pior mesmo (aquela que você olha e fala:"meodels, o que é isso?") e escrevi tudo o que ele não foi comigo!
E sempre que vinha a pergunta POR QUE, ia no caderno e escrevia, lia, ligava pras amigas, ligava o rádio, ligava o computador, ligava o Wii, ligava a TV, mas NÃO LIGAVA PRA ELE! (mentira tinha vezes que ligava sim, mas logo depois que desligava dava vontade de gritar pra minha mãe: "acabeeei, vem me limpar!")
Eu, realmente, sei o quanto é difícil não ligar pra saber dele ou ouvir a voz e achar uma esperança de volta no meio de um turbilhão, mas PARA O SEU BEM, NÃO LIGUE!
Agora, desligue seu computador, ou celular, pegue uma foto e escreva, rabisque a foto, faça chifrinho, bigodinho, libere a sua arte pra deixá-(a) feião (ona)!
Bom divertimento! ;)
domingo, 16 de setembro de 2012
Que tal fazer uma desintoxicação?
Quando você está viciada em alguma droga e isto a está prejudicando em vários aspectos de sua vida, o que você faz? Para de usá-la certo? Então que tal parar de falar, ver, ouvir e PRINCIPALMENTE DE LIGAR pro seu ex? Eu sei que não é fácil, porque não foi nada fácil para mim, mas foi uma das melhores atitudes que tomei quando li por SMS "quero terminar". Chorei, liguei, corri atrás! Tudo que uma mulher apaixonada pode fazer para tentar reverter esta situação eu fiz! Fomos até viajar num carnaval para ver se dava certo e voltarmos, mas felizmente não deu; (sim, eu escrevi felizmente mesmo, porque hoje, ah hoje estou muito feliz e tão em outra...). Vou confessão que NÃO me arrependo nem um pouco, pois se não fosse esta viagem,não veria o lado individualista e indiferente que ele estava vivendo, então ali eu vi que realmente não tínhamos mais nada haver e que era melhor eu esquecê-lo do que viver de migalhas e ilusões.
Oficialmente fazem apenas dois anos que não quero saber dele e sabe de uma coisa: ESTÁ SENDO MARAVILHOSO! Não vou negar que passei uns perrengues anos atrás e quando pensava nele batia aquela tristesa, mas quando eu dava por mim que conseguia fazer alguma coisa sem pensar nele, mesmo que por um minuto, já ficava feliz pra caramba!
É muito bom amar, mas muito mais maravilhoso SE AMAR!!!
Como toda pessoa que passa por um proceso de reabilitação, pegue um calendário e faça X nos dias que conseguir ficar sem falar com ele! No final do mês se sentirá orgulhosa de tantos XXX no seu calendário! Como eu disse no final de tudo fiquei muito feliz de já tê-los feito!
E você? Que tal começar agora?
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